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Gustavo Sales/Câmara dos Deputados A situação da Gestante no Brasil durante a pandemia. Dep. Jandira Feghali(PCdoB - RJ) Jandira Feghali: a comunidade libanesa no Brasil está estarrecida com o incidente

Na sessão do Plenário da Câmara desta quarta-feira (5), deputados prestaram solidariedade à comunidade libanesa no Brasil e às famílias libanesas afetadas pela explosão que destruiu vários prédios na região portuária de Beirute, capital do Líbano. Até o momento, foram contabilizados 135 mortos e cerca de 5 mil feridos por causa do incidente.

“Solidariedade a esse povo irmão e peço para estimular a ajuda humanitária”, disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que é filha de libanês. Ela afirmou que a comunidade libanesa no Brasil está estarrecida.

A suspeita é que a explosão, ocorrida na terça-feira (4), tenha partido de um armazém que guardava nitrato de amônio, um tipo de fertilizante.

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O deputado Ricardo Izar (PP-SP) lembrou que há muita afinidade entre o Brasil e o Líbano e que há mais descendentes de libaneses vivendo no Brasil (entre 7 e 10 milhões) do que a população total do Líbano (cerca de 6,8 milhões de habitantes, segundo a ONU). “Queria pedir para o ministro das Relações Exteriores que não crie polêmica desta vez e abra os braços aos libaneses”, disse.

Izar também pediu ao governo federal que não retire a fragata da Marinha brasileira que escapou da explosão em Beirute. A fragata faz parte da Força-Tarefa Marítima da Unifil (Força Interina das Nações Unidas no Líbano), grupo criado para operacionalizar a missão de paz da ONU no Líbano. A FTM é liderada pelo Brasil desde 2011.