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O Congresso Nacional iniciou há pouco a análise de vetos presidenciais, sob protestos do líder do Novo na Câmara, deputado Paulo Ganime (RJ). Ele questiona a metodologia proposta para a sessão. Vice-líder do PT na Câmara, o deputado Carlos Zarattini (SP) afirmou que os trabalhos resultam de um acordo político, sem configurar precedente.

Na presidência dos trabalhos, a primeira-secretária do Congresso, deputada Soraya Santos (PL-RJ), informou que os parlamentares analisarão em globo os vetos presidenciais que, por acordo das lideranças partidárias, serão mantidos.

Em seguida, ainda nesta manhã, os deputados poderão votar os destaques cuja apreciação, pelas regras, começam pela Câmara. São eles: Veto 62/19 (prorrogação do Recine); Veto 1/20 (serviços prestados pelos advogados); e Veto 5/20 (MP do Agro).

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À tarde, os senadores examinarão os destaques que tratam de propostas originárias daquela Casa: Veto 58/19 (saúde de motoristas profissionais); Veto 59/19 (disponibilização de sangue a pacientes do SUS); e Veto 10/20 (profissão de historiador).

Soraya Santos informou ainda que, por acordo dos líderes, os destaques ao Veto 56/19, que tratam do pacote anticrime (PL 6341/19), serão votados em uma próxima sessão do Congresso. No momento, os parlamentares discutem alternativas para o andamento dos trabalhos.

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